sexta-feira, 24 de maio de 2013

Brazilian Toffees #05 - William Furtado

  Olá, galera! Demorou, mas o novo episódio do Brazilian Toffees está no ar! O entrevistado deste mês é William Furtado, de 12 anos e que já sabe que nasceu evertoniano. Vamos lá!


EFC Brasil - William, apresente-se para o pessoal, fale um pouco sobre você.

William - Eu sou de Minas Gerais, tenho 12 anos e cada vez mais gosto deste time de muita tradição chamado Everton.

EFC Brasil - Como você conheceu o Everton? E há quanto tempo torce pelo clube?

William - Eu conheci o Everton em um jogo na Rede TV, porém só passei a torcer pelo clube há alguns meses.

EFC Brasil - Mas o que fez você torcer pelo Everton? O que chamou sua atenção?

William - Primeiramente foi pelo jogo, a qualidade do elenco... Mas depois pesquisei a história do clube e me apaixonei.

William (de verde) já aprendeu desde cedo a admirar os Toffees
EFC Brasil - Qual foi o jogo que você assistiu?

William - O primeiro eu não me lembro, mas eu gostei do jogo em que o Everton venceu o Aston Villa nesta temporada.

EFC Brasil - Então esse foi seu momento marcante como torcedor do Everton?

William - Na verdade, o mais marcante foi aquela derrota para o Wigan, pois eu não esperava.

EFC Brasil - Mas num sentido negativo então?

William - Sim, pois foi o jogo que marcou a temporada.

EFC Brasil - Mas tem algum jogo que te marcou positivamente?

William - O jogo contra o Aston Villa, por ter me incentivado a torcer pelo Everton.

EFC Brasil - Você tem algum jogador do clube como ídolo?

William - Eu poderia citar o Hibbert, pelo drama de fazer gols, mas eu gosto do Pienaar e do Mirallas.

EFC Brasil - Show! Para finalizar, qual o papel do Everton na sua vida? O que ele representa para você?

William - O Everton representa um amor sem tamanho, que durará nos bons e maus momentos.

EFC Brasil - Show cara, valeu pela entrevista.

OFICIAL: Leon Osman renova seu vínculo com o Everton, que irá até 2015

  O Everton Football Club confirmou hoje a renovação do contrato de Leon Osman. O meia de 32 anos ainda não havia chegado a um acordo com um clube quanto a essa situação - seu contrato se encerraria no ano que vem -, mas hoje ele decidiu permanecer em Goodison.

  Osman já havia declarado que queria encerrar a carreira no Everton e essa renovação mostra o quão rara é a lealdade no mundo do futebol, atualmente. Um jogador criado na base do clube, a temporada 2012-2013 foi, talvez, a melhor temporada de Leon no clube; o meia está no time profissional do Everton desde 2002.

"Estou encantado" - Leon Osman

  Leon disse ao Everton TV: "Estou encantado por ter assinado mais um novo contrato e assegurado mais um ano no clube. Estou aqui desde que saí da escola, sou um jogador e um torcedor, eu amo vir aqui para trabalhar todo dia e fico feliz por saber que isso irá continuar".

  Osman explicou que a incerteza quanto ao futuro treinador do Everton não afetou seu desejo de permanecer no clube: "nós não sabemos o que irá acontecer com o (próximo) treinador, mas ainda estou extasiado por ter assegurado meu futuro aqui no clube".

  No mês passado, um jornal inglês publicou que Osman interessava ao Tottenham. Com a permanência dele, o Everton fica com mais uma peça importante, que, além de reforçar o pequeno elenco, também pode prestar ótimos serviços ao clube dentro de campo.


Fonte: site oficial do Everton Football Club

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Mais do Mesmo


  Pois é, mais uma temporada encerrada. Esses dois próximos meses fazem parte do período da "menstruação masculina", onde não se tem futebol europeu (no meu caso, mais especificamente, o inglês). E o que pensar? Bem, teremos dezenas de rumores envolvendo jogadores e técnicos que podem desembarcar em Finch Farm. Mas, deixando os boatos de lado, como podemos ver essa recém-finalizada temporada?

  O Everton começou de forma mais atípica, jogando em alto nível e parecia que tinha tudo para continuar no Top 4. Duas vitórias memoráveis nas duas primeiras partidas, contra Man United, em casa, e Aston Villa, fora. Veio a primeira derrota, para o West Bromwich, que foi logo eclipsada pelas boas atuações diante de Newcastle e Swansea. O mês de setembro terminou com a virada pra cima do Southampton, mas ficou marcado por mais uma precoce eliminação na Copa da Liga Inglesa: os Blues não jogaram nada diante do Leeds, que mereceu a vitória. Esse jogo foi um aviso.

  Podemos dizer que outubro foi um período obscuro. Foram três jogos e três empates, com direito a erros memoráveis de Heitinga (contra o Wigan) e desatenções absurdas (contra QPR e Liverpool). O Everton começou da mesma forma o mês de novembro, deixando o Fulham empatar nos acréscimos. Só depois que os Blues conseguiram conquistar três pontos de uma vez, após a vitória marcante sobre o Sunderland. Depois disso, fizemos dois dos nossos piores jogos na temporada: como tivemos a habilidade de perder pro fraquíssimo Reading? E como deixamos - diga-se de passagem, sempre deixamos - o Norwich nos dominar, dentro de nossa casa? Coisas do Everton. Dezembro nos trouxe uma maior regularidade: conseguimos dois bons empates fora de casa, diante de Manchester City e Stoke (no tempo em que era impossível derrotar este último em casa), e emplacamos boas vitórias; a mais memorável, sem dúvidas, foi a virada nos acréscimos pra cima do Tottenham. Apesar da derrota (mais do que injusta) para o Chelsea - nosso algoz nesta temporada -, 2013 ainda parecia promissor.

  E quando começou, pareceu mesmo. Vencemos o Newcastle fora de casa e goleamos o Cheltenham, partida válida pela primeira fase (nota: primeira fase para os clubes da Premier League) da FA Cup. Então, vieram dois empates horrorosos, diante de Swansea e So'ton. A má fase estava voltando. Mesmo assim, o Everton conseguiu mais duas vitórias na temporada, batendo o Bolton pela FA Cup (com direito a gol de Heitinga) e o West Bromwich (com show de Leighton Baines). Aí... bem, aí a má fase voltou de viagem. Um empate dramático, em casa, diante do Aston Villa, com Benteke aterrorizando a nossa zaga, deixou o sinal vermelho ligado em Goodison. Os três jogos seguintes também foram vexaminosos: não jogamos, definitivamente, contra o Manchester United, empatamos com o poderoso Oldham e, pior, perdemos de virada - nos acréscimos - para o "envolvente" Norwich (PORQUE ESSE TIME SEMPRE GANHA DO EVERTON????).

  Os Toffees precisavam dar uma resposta. Logo, conseguiram eliminar o Oldham da FA Cup e jogar bem diante do Reading, em casa. Duas vitórias que indicavam um Everton mais equilibrado, um time voltando aos eixos. Foi assim que o maior baque da temporada veio: o jogo do ano, a torcida desesperada por um título, louca para ir à Wembley. E o que o Everton faz: é completamente dominado, em casa, pelo Wigan; Moyes levou um nó inesquecível de Martinez e teve a genial ideia de colocar Neville no lugar de Gibson, única e exclusivamente por "questões táticas". Foi uma punhalada nas costas. Mais um ano sem títulos, humilhados dentro de sua casa, e quase sem perspectivas de classificação para competições europeias. Sem contar que, essa derrota para os Latics foi um fator determinante para a saída de David Moyes. A única coisa que Moyes & companhia poderiam fazer é pedir desculpas, isto é, pedir perdão, apresentando um futebol digno do Everton.

  E foi assim que os Toffees tiveram sua última boa fase na temporada: uma vitória arrasadora diante do Manchester City, em casa, causou uma loucura/euforia instantânea nos torcedores. A vitória magra porém estonteante diante do Stoke indicava um Everton revigorado; o bom empate fora de casa, diante do Tottenham, só não foi melhor porque o time já havia acumulado mais de uma dezena de empates na competição. Abril começou "bacana", com a boa vitória sobre o QPR, e a boa atuação (e mais um empate) contra o Arsenal. Mas, essa boa sequência nunca foi suficiente para os Toffees entrarem bem na briga pelo Top 4. Veio uma derrota embaraçosa para o Sunderland, que tirou praticamente qualquer chance do Everton jogar uma competição europeia na próxima temporada. O Everton voltou a apresentar um bom futebol, apenas para "acabar bem", massacrando o Fulham em casa e jogando bem diante do Liverpool, em Anfield. Então, houve a despedida de Moyes de Goodison Park: o jogo contra o West Ham foi uma festa, pois já não havia nada a ser perdido. É sempre gostoso ver um jogo em Goodison Park com esse clima, festivo e extasiante.

  Nossa temporada acabou com três pontos perdidos para o Chelsea, um jogo em que o Everton teve tudo para sair vitorioso. Acabou do modo como estamos acostumados a ver nosso clube nos últimos anos: até foi bom, mas não o bastante. Talvez o fato de não termos contratado jogadores em janeiro tenha pesado para essa queda de rendimento dos Toffees na reta final. A má fase de Jelavic também foi algo que nos atrapalhou bastante. Mas a verdade é que estamos tão acostumados a ver o Everton ceder em momentos cruciais, que a temporada 2012-2013 ficou com um gosto de "até que fomos longe". Pra mim, ficou o velho gosto de "poderíamos ter ido mais longe". Teremos "férias" agora; o verão evertoniano promete: novo técnico, novos jogadores, possíveis saídas de jogadores, possíveis novos patrocínios e, quiçá, um novo dono. Vamos esperar novamente por mudanças: que não venha o famoso "mais do mesmo".

COME ON YOU BLUES

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Everton está de olho em Roberto Martinez, atual técnico do Wigan


Com a confirmação do rebaixamento do Wigan após a derrota para o Arsenal no último final de semana, o técnico da equipe, Roberto Martinez, pode estar cada vez mais perto de Goodison Park. O espanhol de 39 anos, atual campeão da Copa da Inglaterra, continua muito bem cotado para preencher a vaga aberta após a saída de David Moyes.

O presidente do Wigan, Dave Whelan, ciente de que será muito difícil manter um técnico do calibre de Martinez treinando uma equipe na segunda divisão, já deixou claro: "Se nos apresentarem uma proposta, Martinez está livre para decidir se vai para o Everton ou fica no Wigan." 

Bill Kenwright, por sua vez, joga na defensiva. Nosso presidente ainda está finalizando a lista de candidatos ao cargo e insistiu que não vai apressar a nomeação. "Só vamos nos pronunciar após o final da temporada", disse ele.

Além de levar uma equipe modesta como a do Wigan ao título da Copa da Inglaterra diante do poderoso "Manshit" City, após uma partida em que sua equipe jogou durante todo o tempo com postura de time grande, também conta a favor de Martinez o baixo custo financeiro de sua contratação se comparado ao salário de David Moyes. A saída do ex-técnico do Everton representa uma economia de cerca de £ 4,5 milhões por ano, e esse dinheiro seria suficiente para trazer Martinez e ainda buscar jogadores de qualidade durante a próxima janela de transferências.

sábado, 11 de maio de 2013

ToffeeCast Brasil - Episódio #05: Especial David Moyes



  Neste episódio, Adauto, Cosme e Luan falaram sobre a transferência de David Moyes para o Manchester United e o legado que o técnico deixará em Goodison Park. Eles também falaram um pouco sobre o empate sem gols diante do Liverpool, o último derby de Moyes. Escutem!


quinta-feira, 9 de maio de 2013

OFICIAL: O Everton Football Club Confirmou a Saída de David Moyes no Final da Temporada


   O site do Everton Football Club anunciou que o treinador (David Moyes) confirmou em reunião com Bill Kenwright (o presidente do clube) na noite de ontem (08/05) o seu interesse em ir para o Manchester United. 

   "O Presidente, em nome do clube, gostaria de registrar seus agradecimentos a David pela enorme contribuição que ele fez para o Everton desde a sua chegada, em março de 2002. Ele tem sido um excelente Manager."

   "Durante seu mandato, em Goodison Park, David assumiu o comando da equipe em mais de 500 ocasiões, incluindo quatro campanhas europeias."

  "Seus dois últimos jogos como treinador do Everton F.C. serão os jogos da Premier League restantes contra o West Ham United e Chelsea." 

   "O Everton Football Club irá começar a procurar o novo manager imediatamente."

Fonte: everton.fc



terça-feira, 7 de maio de 2013

Pienaar x Pienaar

   Dos jogadores que o Everton conta no atual elenco, um dos mais tradicionais é o sul-africano Steven Pienaar, que desembarcou pela primeira vez no clube azul de Merseyside na temporada 2007/2008, vindo do Borussia Dortmund por empréstimo e assinando na temporada seguinte um contrato definitivo. Permanecendo entre os toffees até a janela de janeiro da temporada 2010/2011, transferindo-se então para o Tottenham Hotspur.
   Pienaar passou duas meias temporadas na equipe londrina, mas não obteve o destaque esperado por ele e pela equipe, atuando em poucas partidas e não conseguindo marcar um gol sequer, o meia sul-africano acabou optando por seu retorno ao Everton na janela de janeiro da temporada 2011/2012, voltando a atuar de forma mais efetiva e se mantendo no grupo até a atual temporada.
   As características principais de Pienaar são a velocidade, agilidade, jogar sempre com garra e, acima de tudo, sempre manter um jogo alegre, descontraindo com as suas comemorações de gol e a sua inconfundível mensagem "GOD IS GREAT".
   Steven Pienaar tornou-se um jogador essencial no atual elenco dos toffees, marcando gols importantes e criando sempre oportunidades claras de gol pela esquerda, geradas de suas sólidas tabelas com Leighton Baines.




sábado, 4 de maio de 2013

ToffeeCast Brasil - Episódio #04: Liverpool x Everton


  Olá, galera! Amanhã é dia de clássico, e por isso temos um podcast especial: Cosme, Adauto e Luan falaram um pouco sobre os fatos que envolverão o jogo contra o Liverpool, amanhã, às 09:30 (horário de Brasília). É uma espécie de pré-jogo, mas diferente, pra sair da rotina. Escutem e sigam a nossa conta no Soundcloud!




Prováveis escalações:

Liverpool: Reina, Johnson, Carragher, Agger, Jose Enrique; Downing, Gerrard, Lucas, Henderson, Coutinho; Sturridge.

Everton: Howard, Coleman, Jagielka, Distin, Baines; Mirallas, Osman, Gibson (Barkley), Pienaar; Fellaini e Anichebe.


  Amanhã também marca o reencontro entre as duas torcidas após a resolução do caso Hillsborough. Os torcedores do Liverpool já montaram, em Anfield, um mosaico agradecendo os torcedores do Everton pelo apoio imensurável às famílias vítimas dessa tragédia. Dois clubes, uma cidade! JFT96.

A justiça foi feita!
COME ON YOU BLUES!

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Pré-Jogo: Everton x Fulham


  Após a derrota quase humilhante para o Sunderland, o Everton volta a campo para enfrentar o Fulham diante de sua torcida. Com chances remotas de se classificar para a Europa League, os Blues tentarão terminar o campeonato de forma digna e, quem sabe, beliscar essa vaga na segunda maior competição da Europa.

  Os Blues têm como dúvidas três peças importantes: Jagielka, Gibson e Anichebe serão avaliados e só momentos antes do jogo, suas presenças ou ausências serão confirmadas; existe também a possibilidade de Tony Hibbert ser relacionado para o jogo. O Everton possui um recorde considerável diante do Fulham em casa: o Clube do Povo não perde para os Cottagers em Goodison Park há 13 jogos - 12 vitórias e um empate.

  Já o clube londrino não poderá contar com Simon Davies, Diarra e Dejagah, machucados; Sidwell, que foi expulso no último jogo, também desfalcará o Fulham. Frimpong retorna ao time após não poder enfrentar o Arsenal (já que os Gunners detêm seu passe). Outro que pode aparecer na equipe titular é Duff, que volta de lesão. O Everton precisa tomar cuidado com o matador Berbatov e os bons meias Karagounis e Ruiz.

  Vamos esperar uma boa atuação dos Toffees; mesmo com a temporada praticamente acabada, seria ideal terminá-la como o time havia começado-a: a todo vapor!

Everton: Howard, Coleman, Heitinga (Jagielka), Distin, Baines; Mirallas, Osman, Neville (Gibson), Pienaar; Fellaini e Anichebe (Jelavic).

Fulham: Schwarzer, Manolev, Senderos, Hangeland, Riise; Duff, Enoh, Karagounis, Emanuelson, Ruiz; Berbatov.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

David Moyes: Passado, Presente... Futuro?

A grande pergunta: Moyes vai ou fica?
  No dia 16 de Março de 2002, David Moyes estreou como treinador do Everton, recebendo o Fulham (nosso adversário neste sábado, na EPL) em Goodison Park. Com gols de Unsworth e Ferguson, David deu o pontapé inicial naquela que é a terceira parceria técnico-clube mais duradoura da Premier League. Mas hoje, como podemos ver Moyes, que pode estar de saída do Everton no próximo verão europeu?

  Admirado não só por torcedores do Everton, mas também por muitos fãs da Premier League, e embora bastante contestado por alguns, hoje é impossível falar de Everton e não falar do nosso "Ginger Genius". Moyes assumiu o Everton com a grande responsabilidade de tirar o time de uma crise, que abateu o clube durante a década de 1990 e início dos anos 2000. E conseguiu: David estabilizou os Toffees na Premier League e revigorou o espírito da torcida, que sofria com as constantes lutas dos Blues contra o rebaixamento. O maior feito do técnico escocês foi, sem dúvidas, o quarto lugar na temporada 2004-2005 e a classificação para UEFA Champions League, depois de vinte anos. Moyes também colocou o Everton entre os cinco melhores da liga durante três temporadas consecutivas (entre 2007 e 2009); além disso, levou os Blues à final da FA Cup de 2009.

  Excelentes resultados, especialmente no que diz respeito à quebrar o famoso Big Four (Manchester United, Liverpool, Arsenal e Chelsea). Mas é aí que entra talvez o fato mais negativo da era Moyes: a falta de um título. Essa frustração nunca foi bem escondida pela torcida, mas apenas parte dela acaba utilizando-a para criticar o trabalho de David. É claro, até o modesto autor deste texto já fez isso, mas existem tantas dificuldades quando se trabalha no Everton, que é melhor não sair (mais) falando besteira. Algumas eliminações na Copa da Liga e na FA Cup foram traumáticas durante esses 11 anos da Era Moyes, como a última delas, diante do Wigan, na FA Cup desta temporada. Alguns vêem esse momento como o possível fim - digamos, início do fim - da Era Moyes, algo similar ao que aconteceu com o antecessor de Moyes, Walter Smith, que foi demitido após a derrota de 3 a 0 e a eliminação para o Middlesbrough na FA Cup, em pleno Goodison Park. É essa questão do título que leva muitos a se perguntarem: Moyes pode ser considerado um ídolo do clube?

  Opiniões à parte, o maior fato a ser dito é que Moyes já faz parte da história do clube. Hoje, o escocês completou 50 anos de vida; 25 de Abril também marca o aniversário de morte de Alan Ball, outro nome imortal na história do Everton, que faleceu há seis anos atrás. Enquanto Ball já teve sua história terminada no clube, Moyes tem alguns meses para decidir se quer dar prosseguimento a esse casamento ora turbulento, mas bem-sucedido. E você, o que acha? Moyes é ídolo do Everton ou não?

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Pré-Jogo: Sunderland x Everton


  Amanhã o Everton vai até o Nordeste da Inglaterra, para enfrentar os Black Cats, no Stadium of Light. É mais um desafio para os Blues, que não podem mais tropeçar nesta reta final de campeonato caso ainda pensem em competições europeias.

  O Everton terá time completo mais uma vez; embora Osman ainda seja uma dúvida. Caso Leon não fique apto a tempo, Moyes provavelmente manterá Barkley, que fez ótima partida contra o Arsenal. Sendo assim, fica uma dica a David Moyes, que precisa ficar de olho nas situações de Fellaini e Pienaar, que estão quase pendurados e podem desfalfcar novamente os Toffees devido a suspensões. O retrospecto contra o Sunderland pesa muito a favor dos Blues: durante a era Moyes, o Everton nunca perdeu para os Black Cats (12 vitórias, 6 empates).

  Esse retrospecto é algo negativo para o time vermelho e preto, que tentará mudar essa história. O Sunderland enfrentará o Everton sem seu artilheiro, Steven Fletcher, e seu capitão, Cattermole, ambos lesionados. Além disso, os Black Cats não contarão com Craig Gardner suspenso. O Sunderland vem de uma vitória emblemática diante de seu maior rival, o Newcastle. A euforia causada por essa vitória certamente deu o ânimo necessário ao time de Tyne-Wear, que luta contra o rebaixamento. É esperar até amanhã para checar o comportamento do time comandado por Paolo Di Canio.

  Que venha o Sunderland, e que o Everton vença e fique mais perto de seu principal objetivo. Ainda dá!

Sunderland: Mignolet, Bardsley, Cuéllar, O'Shea, Rose; Johnson, Larsson, N'Daye, McClean, Sessegnon; Graham.

Everton: Howard, Coleman, Jagielka, Distin, Baines; Mirallas, Fellaini, Gibson, Pienaar; Barkley (Osman) e Anichebe.

terça-feira, 16 de abril de 2013

ToffeeCast Brasil - Episódio #03

Anichebe tem feito a diferença para os Blues nesta reta final de campeonato
  Neste episódio, comentamos sobre os jogos contra Tottenham e Stoke, além da partida de logo mais, contra o Arsenal. Também demos destaque aos possíveis substitutos de David Moyes e ao anúncio de Phil Neville, que deixará o clube ao final da temporada. Escutem, e Come On You Blues!


segunda-feira, 15 de abril de 2013

Brazilian Toffees #04 - João Henrique


  Olá, galera! Tá no ar mais uma edição do Brazilian Toffees! Hoje o nosso entrevistado é João Henrique, baiano de Vitória da Conquista, fanático pelos Blues. João tem um carinho especial por um jogador do Everton. Vamos lá:


EFC Brasil – João, apresente-se para a galera, cara, fale um pouco sobre você.

João - Eu sou João Henrique, tenho 18 anos, por incrível que pareça comecei a minha historia com o Everton jogando vídeo game, depois pesquisei sobre a história do clube e me apaixonei.

EFC Brasil - Acho que games são muito importantes nesse papel de conhecer novos clubes. Mas então, há quanto tempo você torce pelo Everton?

João – Há dois anos, dia 7 de Maio de 2011, nunca me esqueço. Everton x Manchester City

João conheceu o Everton através do videogame, mas virou torcedor dos Blues após uma vitória diante do Manchester City, em 2011.

EFC Brasil - Foi um ótimo resultado mesmo. Então esse foi o seu momento mais marcante como torcedor do Everton?

João – Meu momento mais marcante como torcedor do Everton foi a virada contra o Tottenham nos acréscimos, por 2 a 1, neste ano (temporada).

EFC Brasil - Massa! Acho que esse foi o jogo mais marcante da temporada, sempre é lembrado pela torcida. Qual é o seu ídolo do Everton?

João – Acho que todo mundo fala Fellaini, mas meu ídolo é o Phil Neville.

EFC Brasil - Sério? O Phil geralmente é o alvo das nossas cornetadas, ahaha. Mas então, por que Phil Neville é seu ídolo?

João – Pela história dele com a camisa do Everton! E ele quando é titular, é capitão e isso já é um sinal, pois ninguém é capitão de um time grande como o Everton por nada.

EFC Brasil - Esse é um bom ponto de vista, o Neville tem a total confiança do Moyes desde que chegou ao clube. Para finalizar, o que o Everton representa em sua vida?

João – Representa muito mesmo, em futebol só perde para o Vasco, que é meu time de coração. Mas eu amo muito o Everton, a história, a camisa, um time sem muitos craques, mas que briga de pau a pau com clubes bilionários. Isso faz qualquer um se apaixonar.

EFC Brasil - Boa, João! Foi bom o papo, cara, forte abraço e até mais!

Pré-Jogo: Arsenal x Everton


  Amanhã teremos mais um "jogo mais importante do ano". Concorrente direto, o Everton vai até o Emirates Stadium precisando conquistar três pontos essenciais, além de tentar quebrar um jejum histórico: os Blues só  conseguiram uma vitória na casa dos Gunners, em toda a história da Premier League.

  O histórico de partidas entre os dois times mostra uma disparidade absurda do time de Londres (58 vitórias do Everton, 41 empates e 98 vitórias do Arsenal). A última vitória dos Blues diante do Arsenal foi em 2007, com gol de Johnson nos acréscimos, em Goodison Park. Para ir atrás do resultado positivo, o Everton continua completo. Portanto, não deverá ocorrer mudanças em relação ao time que começou o jogo contra o Queens Park Rangers, no último sábado. Distin destacou que o Everton precisa manter a consistência e encarar esse jogo como mais uma decisão, assim como foram todas as outras partidas disputadas na atual temporada.

  O Arsenal irá contar com os retornos de Walcott e Wilshere, e ainda pode ter o retorno de Rosicky. Os únicos desfalques são Diaby - que passará nove meses sem jogar. Como foi dito antes das duas equipes se enfrentarem pela primeira vez nesta temporada, o Everton precisa tomar cuidado com a rapidez do time comandado por Arsene Wenger; apesar de ainda faltar um grande nome, o Arsenal possui um elenco coeso, veloz e habilidoso, e está crescendo nesta reta final do campeonato. É preciso manter o desleixo fora de campo, para que não ocorra a mesma situação do jogo do primeiro turno: os Blues tomaram um gol precoce de Walcott, e passou o jogo inteiro correndo atrás do gol de empate e, consequentemente, do gol da vitória.

  A consistência citada por Distin é vital para que os Blues saiam de Londres com um bom resultado. O retrospecto é decepcionante mas o presente é reconfortante. Uma vitória amanhã é possível, e seria o gás que ainda falta para o Everton entrar com tudo no Top 4. Pra cima deles!

Arsenal: Szczesny, Sagna, Vermaelen, Koscielny, Gibbs (Monreal); Walcott, Arteta, Wilshere, Gervinho, Cazorla; Giroud (Podolski).

Everton: Howard, Coleman, Jagielka, Distin, Baines; Mirallas, Gibson, Osman, Pienaar; Fellaini e Anichebe.

sábado, 13 de abril de 2013

Super Kev

   O Everton tem muitos desafios pela frente, embates fora de casa contra equipes com elencos mais valiosos que o nosso e que se caracterizam por confrontos diretos em vagas para competições europeias na temporada 2013/2014! Por essa razão precisamos de uma força coletiva consistente e também destaques individuais que façam a diferença.
   Nos últimos jogos, um jogador em especial vem se destacando, com arrancadas, dribles e gols decisivos, o CR7 belga, Kevin Mirallas. Dotado de uma fantástica habilidade com a bola nos pés, Mirallas nos conduziu a vitória contra o Stoke, com um gol magistral, fantástico, e virou o jogo para nós no empate contra os Spurs, com um gol não menos impressionante.
   Se precisamos de alguém que chame a responsabilidade de desequilibrar o nosso favor, podemos confiar que esse alguém provavelmente será Kevin Mirallas, o nosso Super Kev!


Link: Super Kev